segunda-feira, 27 de maio de 2013

Uso de guias (colares) na Umbanda


Muita gente pergunta qual o significado das guias (colares)?
Essas guias são colares que todos usam, a começar pela guia de Oxalá e tem significado duplo: primeiro o de protecção, depois de doação. Somente após o Amanci é que podemos usar as demais, que são guias dos diversos Orixás. Lembrando que todas as guias devem ser fechadas por um Pai de Santo.
As guias brancas induzem às coisas puras, além de terem caráter refletor.
As vermelhas são úteis para repulsar cargas negativas.
As amarelas para refutar o mau-olhado.
As verdes limpam o pensamento atraindo a cura.
As azuis são calmantes.
As de cor rosa elevam a nossa mente.
As pretas para contactar as forças inferiores negativas.
Devemos lembrar que no Candomblé a cor das guias está associada aos Orixás, o que confundem algumas pessoas, pois na Umbanda seguem o cromatismo, uma vez que para os Orixás existe uma cor energética que varia de um lugar para outro.
Na Umbanda, as cores energéticas dos Orixás e de sua verdadeira vibração são:
Orixalá – branco.
Ogum – alaranjado.
Oxossi – azul.
Xangô – verde.
Yorimá – violeta.
Yori – vermelho.
Yemanjá – amarelo.

Temos os guias naturais que são feitos a partir de elementos naturais.
Elementos minerais – pedras preciosas, semipreciosas, rochas, cristais.
Elementos vegetais – favas, sementes, caules, frutos.
Elementos animais – conchas, búzios, ossos.
Efeito talismânico – Uma guia precisa ser imantada, se não for seu valor protetor será nulo, apenas um enfeite. Outro erro: a quantidade de guia no pescoço, lembre-se de que quantidade não é qualidade. A entidade protege o aparelho e não elas próprias.

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